Aqui começo a reescrever sobre aquela Ana de a mais ou menos vinte anos.
Pode parecer estranho, mas após esse tempo deixei todas as poesias, as músicas,as RUAS e os sentimentos guardados em mim e em recortes de papéis que desorganizadamente escondi no fundo de baú, no fundo do meu coração e no brilho de uma ESTRELA que me encontra todos os dias a piscar no céu.
Só recentemente é que encontrei minhas divagações escritas e empoeiradas em um canto qualquer. Só proximamente ao tempo de agora é que encontrei a chave do meu coração, perdida que estava num sorriso e num olhar profundo e tímido que me iluminou a alma.
Reli várias vezes o livro dos meus dias. Chorei pelo livro dos meus dias. Sorrio pelo livro dos meus dias. Revivo o livro dos meus dias.
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