27 de jun. de 2010

Sobre a autora

Eu vou falar de uma mulher
de uma qualquer
Uma fulana, mundana, sem grana
Mas que sabe o que quer

Uma mulher que a todos agrada
Que sabe ser amiga, amante
E ser dada
Que gosta de beijo
e boca de madrugada

Mulher para quem não se constrói templo
E é exemplo para aquela
que não morreu

Coisa boa de gostar
conversa boa de prosar
Doce fadiga
paixão antiga
mulher, flor
céu e chão...


P.S: Estas são palavras do Paulinho, a quem Ruas dedicou muitas inspirações. Aos dois agradeço por escreverem ou plagiarem esta abertura a tantos anos atrás, tão linda, tão verdadeira.

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